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terça-feira, 10 de maio de 2011

GREEN NATION FEST



O GREEN NATION FEST é um evento que reúne - dentre outras ações - uma mostra competitiva de filmes, roteiros de ficção, micro-reportagens, projetos arquitetônicos, blogs, microblogs (Twitter), álbuns de fotos, fotos e cartoons com a temática da sustentabilidade ambiental e qualidade de vida.
Tem por objetivo incentivar a produção de obras audiovisuais/imagéticas/textuais, criar ambientes de difusão e contribuir para o engajamento da sociedade em questões fundamentais para a manutenção e melhoria das condições de vida na terra.
maiores informações no site: Green Nation Fest


Fonte: brazilcartoon.com

Até mais!

As verdadeiras pin-ups de Gil Elvgren!

Para os fãs de Gil Elvgren, o grande ilustrador americano que dedicou a vida toda fazendo pin-ups, uma boa notícia: existe um site muito bacana que mostra as fotos que o próprio Elvgren produzia e usava como referências para as suas ilustrações.

Veja aqui!



E falando em  Gil Elvgren...


Gillette A. Elvgren, nascido em 15 de março de 1914 no Estados Unidos, se formou na University High School. Após a formatura, começou a estudar arte no instituto de Minneapolis das Artes . Em seguida, ele se mudou para Chicago para estudar na Academia Americana de Arte . Ele se formou na Academia durante a depressão do ano de 22. Elvgren se juntou ao time de artistas em Stevens e Gross, a mais prestigiada agência de publicidade de Chicago. Foi então que ele se tornou protegido do talentoso artista, Haddon Sundblom .

 Natal Noel Pai Papai Coca-Cola Desenho Ilustracao Publicidade Anuncios Haddon Sundblom Santa Claus
Papai Noel da Coca-Cola, famosa criação de Haddon Sundblom

Elvgren foi um ilustrador americano clássico. Ele era um mestre em retratar o ideal feminino americano, mas não se limitou às pin-ups da indústria civil. Ele foi fortemente influenciado pelo início de ilustradores das "pretty girl", como Charles Dana Gibson , Andrew Loomis , e Howard Chandler Christy . Outras influências incluem a Escolar de Brandywine School , fundada por Howard Pyle.



    


Algumas das pin-ups de Elvgren


Em 1937, Gil começou um calendário de pinturas de pin-ups para a Louis F. Dow, uma das principais empresas de editoração da América, durante o qual criou cerca de 60 obras. Por volta de 1944, Gil foi abordado por Brown e Bigelow, uma empresa que ainda domina o campo de produção de calendários e brindes de publicidade. Ele esteve associado a Brown e Bigelow de1945 a 1972.

Calendário de 1952 ilustrado por Elvgren.
Elvgren foi um sucesso comercial. Elvgren viveu em vários locais, e foi ativo de 1930 a 1970. Seus clientes variavam de Brown e Bigelow e Coca-Cola, a General Electric e colchão Sealy Empresa . Além disso, durante os anos 1940 e 1950, ele ilustrou histórias para uma série de revistas, como The Saturday Evening Post e Good Housekeeping .









Ilustrações publicitárias

Fonte: Wikipédia
Imagens: Reprodução


Até mais!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Referências

Muitas vezes quando um artista está no meio do processo criativo, ele se concentra tanto em suas próprias idéias que acaba não pesquisando referências para seus projetos, por pressa ou por preguiça mesmo...    


Não pense você que consegue desenhar de cabeça aquele modelo de roupa do século 15 que viu num filme uma vez. Você pode chegar perto, mas um trabalho feito com boas referências se tornará mais valioso pelos pequenos detalhes que o tornam realista, no resultado final fará toda a diferença.


File:Armored Samurai with Jin-Haori.jpg
Samurai 

Inglaterra 1673

Regiões polares 1880

E falando em referências de roupas, aí vai um site que pode ajudar bastante. No www.costumes.org além de encontrar milhares de links de roupas e acessórios de várias épocas, você ainda tem dicas de livros de todos os assuntos relacionados a trajes e acessórios de época e étnicos, encontra peças para comprar, além de aprender sobre a moda através dos séculos, nos links que trazem matérias sobre o assunto.


Tem muita informação, é preciso tempo para fuçar, mas vale a pena!



Uniformes de infantaria de 1899



Vestidos de 1872
Dica: Em seu computador, crie uma pasta de referências, ambientes, animais, objetos, enfim tudo o que achar que pode ser útil um dia - e provavelmente será -, separar por categorias e épocas, facilitará muito.


Revistas também tem ótimas referências, sempre que encontrar uma boa imagem recorte e guarde em uma pasta, ou arquivo.


A gorgeous red cape from the second half of the 18th Century. It just screams Little Red Riding Hood.




Victorian lady in underwears. I took some serious liberties with this one. Er.
Found via historicalfashion. (Click to see original garment)


As imagem acima são do site drawthisdress.tumblr.com das desenhistas, Vera Brosgol e Emily Carroll que usam trajes de época como inspiração para seus desenhos. No site você encontra os links onde elas buscaram os modelos, não deixe visitar!


Aproveitem a dica!


Até mais!

terça-feira, 26 de abril de 2011

As Gravuras de Carlos Oswald

Carlos Oswald foi o pioneiro da gravura artística no Brasil e o primeiro a ensinar o ofício e a montar um atelier coletivo
Este álbum maravilhoso, que reúne paisagens cariocas – Niterói, Petrópolis e Rio de Janeiro – está à venda e sua edição é limitada! As gravuras se referem aos lugares onde o artista Carlos Oswald morou e trabalhou. 


Oswald (Florença, 1882 – Petrópolis, 1971) é filho primogênito do compositor brasileiro Henrique Oswald e Laudômia Bombernard Gasperini. Em 1913 o artista vem para o Brasil e aqui fica, com a eclosão da 1º Guerra Mundial.  


Em 1914, inaugura a Oficina de Gravura do Liceu de Artes e Ofícios. Em 1946, com Tomás Santa Rosa e Alex Leskoschek, inicia um curso de Gravura na Fundação Getúlio Vargas e, em 1930, faz os desenhos e estudos da estátua do Cristo Redentor, no Rio. 
As gravuras foram impressas após a sua morte pelo mestre impressor Roberto Grassmann e foram autenticadas por sua filha. Elas fazem parte do acervo de importantes instituições brasileiras como o Museu Nacional de Belas Artes e o Itaú Cultural
O álbum possui uma tiragem de 100 exemplares apenas. 
Corra e reserve o seu com a galeria Gravura Brasileira pelos telefones 11.36240301 e 36249193 ou pelo email contato@gravurabrasileira.com

Entre também no site do artista e conheça mais profundamente sua história. Vale a pena!

descrição do álbum:
exteriorcaixa revestida com tecido cor de vinho com gravação do nome do artista em dourado (56×46x4cm)
interior10 gravuras em metal coloridas com vistas de paisagemoriginais e autenticadas (impressão póstuma). (papel: 54×44cm e imagens: 37×27, 20×9,5 e 24×11,5cm) textos deLívio Abramo e Maria Isabel Oswald Monteiro. tiragem37/100; data1979 ; impressão das gravurasRoberto Grassmann;edição:
Graphus Promoção e Distribuição de Arte; estado de conservaçãoexcelente.




Até mais!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Vida e obra de Angelo Agostini

Angelo Agostini (1843-1910) foi o principal artista gráfico em atividade no Brasil da segunda metade do século XIX. (Lembra que já falamos dele aqui?)
Entre 1864 e 1908, ele desenhou cerca de 3,2 mil páginas em uma dezena de publicações, com destaque para a Revista Illustrada. O período marca a passagem da imprensa brasileira de uma fase artesanal para sua etapa industrial.
Angelo Agostini - A Imprensa Ilustrada da Corte à Capital Federal, 1864-1910 (formato 16,5 × 24 cm, 256 páginas, R$ 39,50), de Gilberto Maringoni, examina a vida, a obra e a época de um empresário, editor, jornalista, ilustrador, fotógrafo, pintor e, sobretudo, entusiasmado militante da causa abolicionista.
O livro é um lançamento da editora Devir.
Angelo Agostini - A Imprensa Ilustrada da Corte à Capital Federal, 1864-1910

Fonte: universohq
Até mais!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Jayme Cortez

“Após muito trabalho entre pesquisas, entrevistas e digitalização de imagens, é com grande satisfação que inauguramos este blog em homenagem ao grande ilustrador Jayme Cortez”.
É assim que se inicia o blog recém criado em memória a vida e obra ao Mestre dos Quadrinhos Jayme Cortez. A iniciativa é de Fábio Moraes e Jayme Cortez Filho que pretendem relembrar e registrar os trabalhos realizado por esse grande quadrinhista.
A importância de Jayme Cortez para os quadrinhos nacionais é tão grande que todo ano é relembrada no prêmio Angelo Agostini, promovido pela AQC-ESP – Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo, no qual batizou uma das mais importantes categorias da premiação com o nome do quadrinhista.
No blog é possível ver fotos do acervo da família e ilustrações para capas de quadrinhos e livros. De acordo com o site Bigorna “Os mantenedores do site também solicitam que todos aqueles que possuírem imagens, ilustrações ou fotos do Jayme Cortez entrem em contato para contribuírem com a melhoria do blog”.
Para conhecer mais sobre a vida e obra de Jayme Cortez, acessem o blog clicando aqui.

Sobre o artista: Nasce em Portugal em 1926, e começa no jornal O Mosquito com E.T. Coelho. Chega ao Brasil em 1947, e trabalha na Gazeta Juvenil com Messias de Mello. Em 1951, realiza a Primeira Exposição Internacional de Quadrinhos em SP. 

Faz centenas de capas para a La Selva, especialmente de terror. Ilustra cartazes de cinema para Mazzaropi, Zé do Caixão e outros.Lança 3 livros de desenho.Publica Zodiako e Tupizinho.Trabalha na McCan Erickson. Produz muito para inumeras editoras brasileiras. 

É diretor de arte na Outubro lançando artistas nacionais. Realiza várias exposições nacionais e internacionais.Trabalha nos estudios Maurico de Sousa. É premiado com o Caran Dáche em 1986 no Lucca 20. Infelizmente falece em 1987 devido a uma hemorragia. 

Em 1992 é realizada na Casa de Portugal uma exposição em sua homenagem. Em 1997, é feita em S. Bernardo do Campo uma retrospectiva com originais e reproduções abrangendo toda a sua carreira. Em 2002, é lançado o curta metragem "Coração de Mãe" de Denison Ramalho, baseado numa história em quadrinhos sua.

Em 2008 a Revista Ilustrar de Ricardo Antunes, publica uma extensa matéria sobre Cortez. Em 2009 O governo de SP inaugura a Gibiteca Jayme Cortez.

Com Will Eisner




Fonte: impulsohq e jaymecortez.blogspot


Até mais!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Joe Bennett em debate

A Livraria Saraiva em parceria com a Escola Portifólio, oferece um debate com o desenhista Joe Bennett da DC Comics. Saiba como está o mercado atual, conheça técnicas de desenho e aprenda a preparar um bom portifólio para apresentar às editoras do segmento.


QUANDO: Nesta quarta-feira dia 16/03 às 19h.


ONDE: na Saraiva do Boulevard Shopping em Belém - PA
Av. Visconde de Souza Franco, 776
Reduto - CEP: 66053-000 - BELÉM - PA
Telefone: (91) - 3299-0500







Sobre o artista: Nascido em Belém do Pará em 1968, Benedito José Nascimento - que os leitores dos Estados Unidos conhecem como Joe Bennett - é um caso raro de alguém apaixonado pelos quadrinhos que conseguiu transformar sua paixão em profissão.

Incentivado pelo pai, também fã de quadrinhos, Bené (como é chamado pelos amigos) é um autodidata, aprendeu tudo “na raça” como costuma dizer.

Influenciado pelos quadrinhos da Marvel e mestres como Alex Raymond (Flash Gordon) e Harold Foster (Príncipe Valente), Bené Nascimento estreou profissionalmente em 1985 pelas mãos do jornalista, desenhista e editor Franco de Rosa que lhe deu a primeira chance.

Nesse período Bené trabalhou desenhando Terror e Erotismo para várias editoras brasileiras, até que em 1992 apareceu a chance de trabalhar para a Marvel americana.

Ravage 2099 era um personagem pequeno mas foi a porta de entrada para o mercado internacional. De lá para cá ele não parou mais, pelas suas mãos já passaram Homem-Aranha, Vingadores, Conan, Namor, Elektra, Hulk e muitos outros, mas para Bené o ponto alto dessa fase foi o Supremo onde teve a chance de trabalhar com um ídolo: nada mais nada menos que o grande Alan Moore.

Após seu elogiado trabalho com o personagem Capitão América (Marvel), o artista caiu na mira da DC Comics e se tornou contratado exclusivo da editora do Super-Homem, trabalhando com títulos como Birds of Prey, Hawkman (Gavião Negro) e agora o consagrado 52, título importantíssimo para a cronologia da DC.

Apesar de todo esse sucesso, falta realizar um sonho de infância: desenhar o Batman, seu herói preferido.


Até mais!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Angelo Agostini

angelo agostini foto antiga

Foi um dos primeiros cartunistas brasileiros, o mais importante artista gráfico do Segundo ReinadoSua carreira teve início quando estouravam os primeiros combates da Guerra do Paraguai (1864) e prolongou-se por mais de quarenta anos. Em seus últimos trabalhos, testemunhou a queda do Império e a consolidação da República oligárquica.


Nascido na cidade de Vercelli na Itália, no dia 8 de abril de 1843, Angelo Agostini viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, foi para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.





 


Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Esta publicação, apesar de ter obtido repercussão, durou pouco, sendo fechada em 1865.


O artista lançou, no ano seguinte (1866) O Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostini ao clero e às elites escravocratas paulistas, e mais uma vez a publicação não vingou, falindo em 1867.


O Brasil, terra de Santa Cruz
E uma cruz cada vez mais pesada!

O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II


Caricatura de D. Pedro II


Neste período colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, para os periódicos O Mosquito e Vida Fluminense. Em 30 de Janeiro de 1869, Agostini publicou em Vida Fluminense os desenhos de Nhô-Quim, ou Impressões de uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.





Impressões de uma viagem à Corte

Em 1 de janeiro de 1876, fundou a Revista Illustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora(1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista de quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.



Quadrinhos de Zé Caipora

Uma vida conturbada

No Rio de Janeiro o artista, já casado, se envolveu em escândalos ao se tornar amante de sua aluna, Abigail de Andrade, natural de Vassouras, no Rio de Janeiro.

Abigail foi uma artista promissora, única mulher a receber uma medalha de ouro por trabalhos expostos no Salão Imperial de 1884, recebeu elogios por parte dos críticos da época.

O relacionamento amoroso, a gravidez e o nascimento em 1888 da filha do casal, Angelina, causaram um grande escândalo na cidade e os obrigaram a partir para Paris em outubro daquele ano.

Na França um novo drama envolveu Agostini: em 1890 o segundo filho do casal, Angelo morreu ainda bebê e Abigail também veio a falecer. Agostini retornou então ao Rio de Janeiro com a filha, que mais tarde se tornaria pintora.

Em sua volta ao Brasil, Agostini fundou a revista Don Quixote (1895-1906) e trabalhou na revista O Tico Tico, retomando o personagem Zé Caipora, que teria suas história publicadas até dezembro de 1906. Trabalhou ainda em O Malho e na Gazeta de Notícias, entre outros.
File:Aagostini donquixote 01.jpg


Seu nome serviu de inspiração ao Prêmio Angelo Agostini, concedido anualmente pela Associação de Quadrinistas e Caricaturistas de São Paulo aos melhores do ramo e para a criação do Dia do Quadrinho Nacional, comemorado em 30 de janeiro, data de seu falecimento em 1910 no Rio de Janeiro.

Cartaz 27º Prêmio Angelo Agostini

Fonte: Wikipédia

Até mais!