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sexta-feira, 18 de maio de 2012

"Não brinque com a comida!"

"Não brinque com a comida!" O primeiro livro infantil do cartunista, chargista e caricaturista Dalcio será lançado na festa dos 20 anos da editora Companhia das Letrinhas.

A festa contará com a presença de outros artistas e autores e terá atrações variadas para a criançada, desde oficinas, sessão de autógrafos, brincadeiras no jardim para grandes e pequenos, contação de história com Kiara Terra, show, além de livros com desconto, comidinhas e brindes.


A entrada é livre e haverá serviço de manobrista disponível no local.
Os livros da Companhia das Letrinhas estarão à venda durante a festa, com desconto especial de 25%.
Haverá coleta de brinquedos. Traga um bacana para doar. 



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Quando?
sábado, dia 19 de maio, das 10h às 16h

Onde?
Museu da Casa Brasileira 
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705, Sampa 
Tel.: (11) 3032 3727

Confira a programação completa na página do evento no facebook:

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A arte da ilusão

Americano cria arte em 3D nas ruas de todo o mundo

Atualizado em  19 de julho, 2011 - 12:20 (Brasília) 15:20 GMT

Com experiência na Nasa e a ajuda da geometria, o artista americano Kurt Wenner especializou-se em criar ilusões de ótica nas calçadas de dezenas de cidades do mundo.

Agora, esse trabalho está sendo compilado no livro Asphalt Renaissance, que será lançado em 2 de agosto.

O interesse pela arte de rua surgiu há quase 30 anos, quando o artista começou a desenhar em calçadas de Roma, Itália, na tentativa de obter sustento.

"Eu observava os tetos barrocos, muitos deles com trabalhos de perspectiva", disse por telefone à BBC Brasil. "Comecei a experimentar nas ruas."

O uso da perspectiva já era aplicado na arte europeia para dar a ilusão de figuras flutuantes nos afrescos pintados nos tetos barrocos. Wenner usou noções de geometria para criar ilusões que, vistas a partir de um determinado ponto, dão a impressão de três dimensões na arte de rua.

Os cálculos são feitos sem computadores. Wenner usa régua, compasso e pedaços de barbante colados no chão para definir como será a visão da sua obra a partir de determinados pontos de vista.












Fonte: BBC BRASIL

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

FLIP começa hoje!

Flip
Com a presença de autores mundialmente respeitados, como Julian Barnes, Don DeLillo, Eric Hobsbawm e Hanif Kureishi, a primeira Festa Literária Internacional de Paraty, realizada em 2003, inseriu o Brasil no circuito dos festivais internacionais de literatura. Ao longo de suas edições seguintes, a Flip ficou conhecida como um dos principais festivais literários do mundo, caracterizada não só pela qualidade dos autores convidados, mas também pelo entusiasmo do público e pela hospitalidade da cidade. Nos cinco dias de festa, a Flip realiza cerca de 200 eventos, que incluem debates, shows, exposições, oficinas, exibições de filmes e apresentações de escolas, entre outros, distribuídos em Flip . Programação Principal, Flip - Casa da Cultura, FlipZona e Flipinha.

Flip - Programação Principal
Composta de uma conferência de abertura e 20 mesas que reúnem para uma conversa informal convidados dos mais variados horizontes (escritores, cineastas, quadrinistas, historiadores, jornalistas e artistas plásticos, entre outros), a programação principal da Flip é realizada na Tenda dos Autores, que possui um auditório com 850 lugares. Todos os eventos contam com tradução simultânea e são transmitidos na Tenda do Telão, com capacidade para 1.400 pessoas, e ao vivo, pela internet.

Flip - Casa da Cultura
Programação paralela e complementar à principal, a Flip - Casa da Cultura ocorre na Casa da Cultura de Paraty e em outros locais da cidade. Definida pela curadoria da Flip, esta programação promove pré-estreias e exibições de filmes, leituras de peças teatrais, exposições e debates.

A casa que hospeda a Flip
A Flip é realizada pela Associação Casa Azul, uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) criada com o objetivo de contribuir para a resolução dos problemas de infraestrutura urbana de Paraty. Além de promover a literatura, potencializa transformações na cidade nas áreas de preservação do patrimônio, educação e infraestrutura urbana e constitui um veículo poderoso de mudanças profundas no modo pelo qual a população faz uso dos espaços públicos.

Clique aqui
para fazer o download do folder internacional da Flip.






Fonte texto e fotos: www.flip.org.br

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Mapa Cultural Paulista



Vinhedenses podem inscrever trabalhos para o Mapa Cultural até dia 30

A Prefeitura de Vinhedo, engajada no Mapa Cultural Paulista, iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura com a finalidade de estimular a participação dos municípios em diversas atividades culturais, está com as inscrições abertas para trabalhos de vinhedenses em sete campos de expressões artísticas: artes visuais, vídeo, música instrumental, canto coral, literatura, teatro e dança.

De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, as inscrições vão até o dia 30 de junho e devem ser feitas no Centro Cultural do Centro, na Rua Monteiro de Barros, 101, ou pelo telefone 3826-4636 para mais informações. É a chamada fase municipal do Mapa Cultural

As sete expressões artísticas estão assim subdivididas: Artes visuais (artes plásticas, desenho de humor e fotografia); Vídeo (animação, documentário ou ficção); Música instrumental (solista acústico e instrumental acústico); Canto coral (coro e coro cênico), Literatura (conto, poema e crônica), Teatro (adulto, infantil e de rua), Dança (clássica, contemporânea, jazz, de rua e sapateado).

Também segundo a Assessoria, cada uma dessas atividades culturais tem normas e regulamentos específicos, que devem ser conferidas pelos interessados no site: www.abacai.org.br ou pelo telefone (11) 3312-2900. Caso o trabalho seja escolhido, os participantes seguem para a fase Regional e, em seguida, os selecionados vão para a fase Estadual.

Compete à Secretaria de Cultura e Turismo receber e conferir a documentação, preencher a ficha de inscrição e encaminhar as obras e trabalhos, com toda a documentação exigida. Os trabalhos deverão ser julgados por três jurados de cada expressão artística, com pelo menos um jurado de outro município. Mesmo no caso de um único inscrito por expressão artística, o corpo de jurados deverá emitir parecer que justifique o trabalho para a próxima fase.

Inscrições

Pode participar do Mapa Cultural Paulista qualquer cidadão, bem como grupos, do Estado de São Paulo, desde que com residência comprovada no interior do Estado. Os participantes de edições anteriores podem se inscrever, desde que com trabalhos inéditos. A idade mínima para participação é de 14 anos e é vedada a participação de estrangeiros que não estejam com seus documentos em dia.





Imagem: Reprodução

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Vida e obra de Angelo Agostini

Angelo Agostini (1843-1910) foi o principal artista gráfico em atividade no Brasil da segunda metade do século XIX. (Lembra que já falamos dele aqui?)
Entre 1864 e 1908, ele desenhou cerca de 3,2 mil páginas em uma dezena de publicações, com destaque para a Revista Illustrada. O período marca a passagem da imprensa brasileira de uma fase artesanal para sua etapa industrial.
Angelo Agostini - A Imprensa Ilustrada da Corte à Capital Federal, 1864-1910 (formato 16,5 × 24 cm, 256 páginas, R$ 39,50), de Gilberto Maringoni, examina a vida, a obra e a época de um empresário, editor, jornalista, ilustrador, fotógrafo, pintor e, sobretudo, entusiasmado militante da causa abolicionista.
O livro é um lançamento da editora Devir.
Angelo Agostini - A Imprensa Ilustrada da Corte à Capital Federal, 1864-1910

Fonte: universohq
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sex & Crime

O veterano ilustrador gaúcho Benicio está prestes a completar 60 anos de uma prolífica carreira, que o consagrou como um dos maiores artistas gráficos do Brasil.
Antecipando as comemorações, a editora Reference Press estreia no mercado brasileiro lançando o livro Sex & Crime - The Book Cover Art of Benicio - Volume 1.
Como lembra o press release da obra, "Benicio criou cerca de três mil capas para os livros de bolso (faroeste, policial, romântico e de outros gêneros literários) da editora Monterrey e ilustrou mais de 300 cartazes para filmes brasileiros, especialmente no período entre o final dos anos 1960 e meados da década de 1980, quando seu traço se tornou uma marca na divulgação das produções nacionais".
O artista também produziu ilustrações para dezenas de peças publicitárias da Coca-Cola,EssoBanco do Brasil e de outras empresas. E continua emprestando sua arte realista para capas e matérias de revistas do País, como Playboy eTrip.
No primeiro volume desta coleção - que promete novas edições -, destacam-se as capas ilustradas por Benicio para a série ZZ7, da Monterrey, estrelada pela sensual espiã Brigitte Monfort.
Sex & Crime - The Book Cover Art of Benicio - Volume 1 é uma publicação bilíngue com 60 páginas, à venda por R$ 50,00 (preço especial de lançamento).
Até o próximo dia 26, cerca de 80 artes originais do ilustrador estarão em exposição em São Paulo/SP, na Galeria Cartel 011 (Rua Artur de Azevedo, 517, Pinheiros), de terça-feira a sábado, das 11h às 20h.
Sex & Crime - The Book Cover Art of Benicio - Volume 1

Sex & Crime - The Book Cover Art of Benicio - Volume 1

Fonte: universohq


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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Noel é 100

Este ano, no mês de dezembro, o consagrado compositor e sambista Noel Rosa compleraria 100 anos de vida, e para não passar esta data em branco, o Instituto de Memória Musical Brasileira, com o patrocínio da Impressa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, decidiu produzir um livro luxuosamente editado e ricamente ilustrado com 40 caricaturas e charges sobre a vida e obra de Noel Rosa.

Para fazer isso de forma democrática, foi criado o concurso "Noel é 100" destinado à todos os artistas, profissionais ou amadores, que desejassem ver a suas obras publicadas neste importante elemento de preservação da memória da nossa cultura.

Os 
artistas convidados para seleção foram, Loredano, Baptistão, Ulisses e Ildo.

José Raimundo Costa do Nascimento (RAY

Confira ganhadores e a lista de selecionados em Noel é 100

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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Museu Afro Brasil celebra Dia da Consciência Negra

18 de novembro de 2010 | 15h 03
AE - Agência Estado
O Museu Afro Brasil, vinculado à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, vai promover a partir de sábado, dia 20, Dia da Consciência Negra, uma série de atividades nas áreas de artes e literatura para comemorar a data.

O museu fica no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. A programação começa, às 11 horas, com o lançamento da segunda edição do livro "A Mão Afro-brasileira: Significado da Contribuição Artística e Histórica", organizado pelo diretor e curador do museu, Emanoel Araujo, e com texto de apresentação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Também no sábado, o museu promove um encontro de maracatus, com presença confirmada de nove grupos, entre eles Ilê Alafia e Baque Sinhá.

Ainda no sábado acontece o lançamento de "Colonos e Quilombolas - Memória Fotográfica das Colônias Africanas de Porto Alegre", com registro histórico e fotográfico da vida negra no Sul do País, e "Paula Brito - Editor, Poeta e Artífice das Letras", sobre a história de Francisco de Paula Brito (1809-1861), primeiro editor brasileiro, que também foi jornalista, dramaturgo, letrista, contista e um dos iniciadores do movimento editorial no Brasil. Paula Brito editou mais de 370 publicações, entre elas, obras de Machado de Assis.

Os eventos prosseguem na terça-feira, dia 23, com o lançamento de dois livros da Coleção Consciência em Debate. "Literatura negro-brasileira", do escritor e pesquisador Cuti (pseudônimo de Luiz Silva), e "Imprensa negra no Brasil do século XIX", da historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto. No mesmo dia, o jornalista Fernando Granato lança a biografia de João Cândido, um líder negro que Granato considera ser o primeiro herói do século 20.

Além dos lançamentos literários, o museu, que possui um acervo de mais de cinco mil obras, preparou dez exposições simultâneas. Destaque para a mostra "A Arte do Povo Brasileiro. Quatro Olhares. Uma Homenagem", que reúne cerca de 100 obras feitas de barro, madeira e tecido que representam o cotidiano religioso, de festas populares e do imaginário do povo brasileiro. Já a exposição "O Haiti Está Vivo Ainda Lá. Bandeiras, Recortes e Garrafas Consagradas ao Vodu" apresenta cerca de 300 obras inéditas da arte religiosa haitiana. Esta última, acontece até do dia 5 de dezembro.

Com curadoria de Emanoel Araujo, a mostra "Guernica Esteve Aqui" apresenta duas releituras de "Guernica", painel de Pablo Picasso que atualmente está no Museu Reina Sofia, em Madri, mas que já foi exibido no País na 2ª Bienal Internacional de São Paulo. Considerando a realização da 29ª Bienal, que acontece até o dia 12 de dezembro no Parque do Ibirapuera, o Museu Afro Brasil programou ainda uma exposição paralela. A "Arte Contemporânea com Almir Mavignier" destaca a obra do artista brasileiro Almir Mavignier, um dos fundadores da arte concreta.
 
 


Serviço

O Museu Afro Brasil fica na Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque do Ibirapuera, Portão 10.
 Tel. (11) 5579-0593
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h (permanência até 18h). Grátis. Mais informações no site www.museuafrobrasil.org.br

Fonte: Estadão

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

"Oito crises que viraram arte"

Mariana Shirai

Logo no início de O poder da arte (Cia. das Letras, R$ 89, 520 páginas), o historiador inglês Simon Schama comunica aos desavisados: “A silenciosa reverência da galeria pode levar você a acreditar, enganosamente, que as obras-primas são delicadas, acalmam, encantam, distraem – mas na verdade elas são truculentas”. É uma boa introdução para um livro que estuda obras que se propõem a ir além do prazer da observação, causando, muitas vezes, assombro. Baseado no programa de televisão Simon Schama’s power of art, que rendeu em 2006 um Emmy à rede britânica BBC, O poder da arte trata de “trabalhos-chave” na obra de oito mestres da arte. Caravaggio, Bernini, Rembrandt, David, Turner, Van Gogh, Picasso e Rothko – todos eles passavam por grande inquietação pessoal ao criar os trabalhos analisados por Schama. Picasso e Turner se sentiam pressionados por circunstâncias políticas, Caravaggio e Bernini procuravam por reabilitação. O resultado, em mármore ou tinta, é aquilo que o historiador chama de “autodramatização” – a tradução dos próprios conflitos em obra de arte.

Se ficasse apenas na avaliação crítica, O poder da arte poderia se tornar tedioso. Mas Schama usa sua experiência de mais de 40 anos como historiador (com passagens pelas universidades Harvard e Colúmbia, onde hoje leciona) para reconstruir, com inteligência e graça, as trajetórias de seus oito mestres eleitos até a feitura das obras em questão. O contexto social e político, fofocas sobre concorrentes e até detalhes da intimidade dos artistas contribuem para que o leitor compreenda a dimensão do impacto de cada obra para o público de suas épocas.

  Divulgação
DRAMAS ARTÍSTICOS
Em O poder da arte (no alto, à dir.), o historiador inglês Simon Schama (acima, à dir.) conta como foram feitos trabalhos de oito artistas em momentos de forte inquietação. Em Davi com a cabeça de Golias (acima, à esq.), Caravaggio retrata Golias usando o próprio rosto como modelo


Os últimos anos antes da morte do pintor italiano Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571-1610) foram marcados por fugas incessantes. Além das arruaças em que se metera a vida toda, o artista havia matado um homem durante uma briga, o que o fez ser condenado à pena de morte. Entre uma cidade e outra, durante um período de convalescença, Caravaggio pintou Davi com a cabeça de Golias (1605-1606). O rosto do gigante Golias teve como modelo o próprio artista. Para Schama, o quadro é a tentativa de redenção de Caravaggio, como se ele se entregasse em meio a um deleite barroco. Afirma Schama: “Caravaggio se entregava, sob o disfarce de Golias. ‘Culpado, conforme acusação’, a cabeça parece dizer”.

Usar a biografia de um artista para explicar sua obra combina com nosso tempo de culto exacerbado às celebridades. Isso só fortalece O poder da arte. Ao resgatar dramas pessoais dos criadores para chamar a atenção para obras menos lembradas de suas carreiras, Schama atualiza o significado da expressão “obra-prima”.


Fonte: revista Época

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sketchbooks - As páginas desconhecidas do processo criativo

Sketchbooks - As páginas desconhecidas do processo criativo é um livro idealizado por Roger Bassetto e Cézar de Almeida, publicado pelo selo independente POP, cujo propósito é mostrar - como diz o título - o papel dos esboços dentro do processo de criação do artista.

Na introdução, Charles Watson afirma que este é o um dos raros livros deste gênero no Brasil. Sketchbooks é resultado de 18 meses de contatos com artistas que atuam em segmentos diversos.

O livro reúne esboços e desenhos extraídos dos sketchbooks de 26 artistas contemporâneos brasileiros incluindo Renato Alarcão, Alex Hornest, Amanda Grazini, Angeli, Arthur D'Araujo, Bruno Kurru, Carla Caffé, Cláudio Gil, Eduardo Berliner, Eduardo Recife, Elisa Sassi, Fernanda Guedes, Guto Lacaz, Hiro Kawahara, Kako D'Angelo, Kiko Farkas, Leo Gibran, Lollo, Lourenço Mutarelli, Montalvo Machado, Mulheres Barbadas (Henrique Lima e Julio Zukerman), Orlando, Rafael Grampá, Roger Cruz, Titi Freak e Yomar Augusto.

O lançamento acontecerá no dia 28 de outubro, no Museu da Casa brasileira (Avenida Faria Lima, 2705, em São Paulo).

Sketchbooks tem 272 páginas, formato 15 cm, x 23 cm, capa dura, e será vendido num luxuoso estojo. A tiragem está limitada a dois mil exemplares.

Sketchbooks - As páginas desconhecidas do processo criativoSketchbooks - As páginas desconhecidas do processo criativoSketchbooks - As páginas desconhecidas do processo criativoSketchbooks - As páginas desconhecidas do processo criativo
 
Fonte: UniversoHQ
 
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Monteiro Lobato e Camilo Riani na Bienal do livro.

Homenageado na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o inventor da literatura infantil brasileira Monteiro Lobato teve uma exposição de destaque. Organizado pela Globo Livros, o espaço contou com painéis ilustrados com caricaturas, e objetos que pertenceram a ele, como sua máquina de escrever.

A exposição ainda mostrou uma ilustrada e colorida linha do tempo com a vida e obra de Monteiro Lobato. No centro do espaço, havia um totem com capas (de 3m de altura) de livros do escritor. Duas capas históricas, e duas capas das edições relançadas neste ano pela Globo Livros, "O Poço do Visconde" e "Dom Quixote das Crianças", os dois relançamentos possuem novo projeto gráfico e ilustrações.


A convite da Editora Globo o artista Camilo Riani ilustrou a reedição do imortal Monteiro Lobato, sobre o lendário Dom Quixote e a turma do Sítio do Pica Pau Amarelo.

A dinâmica em “Dom Quixote das crianças” ganhou contornos nunca antes experimentados por Riani. “Foi a primeira vez que fiz todos os desenhos em tecido de tela, em grandes dimensões, que depois eram fotografados para ilustrar a obra”. Desta forma, a qual aponta como um “desafio”, o artista aproximou a arte gráfica da arte plástica, áreas que ele caracteriza como distintas.

A obra foi lançada na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Anhembi (estande da GLOBO). “Dom Quixote das Crianças”, de Monteiro Lobado; 151 páginas. Editora Globo. Preço: R$ 32


Fonte: tribunatp.com.br e revistacrescer.globo.com



Conheça mais sobre o artista! camiloriani.blogspot.com
 
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Lançamento da Saga "Tonhão da Fonseca" na Bienal do Livro


RELEASE:
O livro "Vento Que Leva..." Por 50 anos, foi formulado em sua mente que esperou até ser colocado no papel.
É uma saga, dividida em três volumes (este, o primeiro) e quatro partes com “Prólogo e Floreios”, que fala de um anti-herói que está presente em diversos momentos da vida nacional (fatos históricos a partir da Guerra do Paraguai) e faz as coisas acontecerem sem que ele tenha consciência real da sua presença. O personagem é rude, mas sensível. Analfabeto, mas de uma inteligência aguçada, vivendo momentos que vão desde situações dramáticas a relacionamentos amorosos do nosso personagem e farto de receitas culinárias e humor. Ficção e realidade associados, mas de profunda reflexão sobre o espírito e o comportamento social do povo brasileiro. Presença literária antropomórfica.


Será lançado no stand da Editora In House, no Sábado, dia 14 de Agosto, às 15 horas, durante a Bienal do Livro, a ser realizada no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.


Sobre Jorge Lemos:
Com vasta experiência no universo das letras, jornalista, escritor, historiador, fundador e presidente do Conselho da Academia Metropolitana de Letras, Artes e Ciências, Jorge Lemos chega à sua quadragésima terceira publicação. Também caminhou por peças teatrais, obras poéticas, crônicas, narrativas do cotidiano, entre outras artes.

Seu blog:  www.jlemos.blogspot.com

Lançamento do livro Vila Felina


RELEASE:
Vila Felina é um livro que conta a história de um lugar onde os
animais são respeitados, amados e bem tratados. Acima de tudo um lugar
onde é possível conviver pacificamente com as diferenças entre
deficientes, fortes, fracos, gordos, magros, feios, bonitos ou
carentes e abastados. E mesmo com tanta diversidade, é sempre muito
bem vinda a chegada de um novo bichinho de estimação para fazer parte
da Vila Felina, que é conduzida por dona Tuca, uma senhora muito
esperta que ensina seus animais e as crianças a respeitarem o próximo
e o meio ambiente.

Este livro foi escrito por Simone Pedersen, vencedora de vários
concursos literários no Brasil e no exterior, com seis livros infantis
publicados e ilustrados pelo consagrado artista plástico Paulo Branco,
que há mais de 30 anos leciona desenho e técnica de pintura e
considerado o melhor desenhista de humor do Estado de São Paulo.

O lançamento do livro será realizado na Livraria Cultura do Shopping
Iguatemi Campinas, dia 7 de agosto de 2010, das 16h às 18h30. Maiores
informações na Editora Horizonte (19) 3876-5162, com Eliane.

Ficha técnica:
Título: Vila Felina
Autor: Simone Pedersen
Ilustrador: Paulo Branco
Páginas: 32 coloridas
Formato: 20x20cm
ISBN: 978-85-99279-22-9
Preço: 26,00