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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Dominó arte

O artista FlippyCat fez uma versão interessante do mais famoso quadro de Van Gogh, Starry Night, usando 7.067 dominós coloridos que funcionam tanto em pé, como quando derrubados – e é aí que reside toda a mágica.

Mas você só vai entender de verdade quando assistir ao video abaixo:



Fonte: ideafixa


Até mais!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O poder do desenho

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Fonte imagem: Squeaky Pics

Querendo ou não, nossa vida nos leva a tomar constantes decisões nas quais acabamos deixando de lado as emoções, intuição, criatividade, a capacidade de ousar soluções diferentes e de ver o mundo sob um olhar diferente. Tal atitude deve-se ao fato de que fomos condicionados, assim como a maioria das pessoas, a pensar e agir com base num raciocínio lógico, linear e seqüencial.

Utilizamos mais o hemisfério esquerdo do cérebro, o qual é considerado o racional, enquanto deixamos o hemisfério direito, emocional, atrofiar, fazendo-nos perder ou pouco usufruir dos benefícios contidos nele, como a imaginação criativa, a serenidade, visão global, facilidade de memorização, dentre outras habilidades.

O desenho é a primeira representação gráfica utilizada pelas crianças. Desenhar é um ato inteligente de representação que põe forma e sentido ao pensamento e ao conteúdo que foi assimilado. O desenho é ferramenta essencial do processo de desenvolvimento da criança e não deve ser entendido como uma atividade complementar, ou de divertimento, mas como uma atividade funcional.

Ao desenhar recorre-se ao lado direito, que processa informações de uma forma diferente e é quase sempre obscuro e pouco utilizado. O desenho leva ao raciocínio criativo e intuitivo. A maneira tradicional pela qual a escola trabalha não estimula suficientemente a visão espacial dos alunos, pois tem privilegiado o desenvolvimento dos atributos do hemisfério esquerdo: a lógica, a racionalidade, a abstração, o simbolismo, o que implica em dificuldades na aprendizagem de determinados conteúdos que necessitem das habilidades do hemisfério direito.


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Fonte imagem: Samira Daher


Partindo deste pressuposto foi realizada uma atividade com alunos de 1° e2° séries do Ensino Fundamental de um colégio estadual de Curitiba

Foi escolhida previamente uma história infantil, no caso da atividade realizada foi escolhida a história do Saci-Pererê

A narrativa da história foi gravada e para ouvi-la os alunos se acomodaram na sala com as luzes apagadas, no chão ou em suas carteiras, da forma que lhes fosse mais confortável. Após ouvir a história, foi realizada uma conversa sobre a mesma, procurando ressaltar sobre o que entenderam, o que mais gostaram ou o que aprenderam sobre o que ouviram.

Em seguida os alunos foram levados a um pequeno bosque da escola e, sentando-se onde acharam melhor, foi proposta a atividade de desenhar algo da história, utilizando para isso folhas de papel sulfite e lápis colorido. O referido desenho deveria conter elementos observados no bosque e elementos da história imaginados ali, de acordo com a criatividade de cada um. Para que a atividade fosse desenvolvida com calma, foi escolhida uma música de relaxamento para os alunos ouvirem, pensando num momento mais tranqüilo e com maior concentração.

os alunos realizaram a tarefa e pôde-se observar a criatividade e a facilidade que a grande maioria das crianças nessa idade têm em se expressar através do desenho à mão livre. Detalhes pouco percebidos na história foram representados através do desenho por alguns e é interessante ressaltar que surgiram diferentes tipos de percepções do que foi ouvido. Dois alunos elaboraram uma espécie de história em quadrinhos, obedecendo à ordem específica dos acontecimentos narrados, bem como integrando os dois ambientes: o real e o imaginário. Pode-se dizer que a música ajudou nessa concentração e até mesmo na criatividade.

O método desenvolvido por Betty Edwards, artista plástica, doutora em artes e professora de desenho da Universidade Estadual da Califórnia, utiliza técnicas que estimulam a utilização do hemisfério direito, normalmente adormecido na maioria das pessoas, provocando um desbloqueio da "veia artística", abrindo um campo de amplas possibilidades.

De acordo com Edwards (2005), o processo de desenhar está interligado com a capacidade de “ver” (percepção). E este está relacionado ao desenvolvimento das cinco habilidades básicas necessárias à capacidade de percepção: desenho de meros contornos (percepção de arestas); espaços negativos e formas positivas (percepção dos espaços); proporção e perspectiva (percepção dos relacionamentos); luzes e sombras (volumes) e o gestalt (que é a percepção do todo ou sistema de leitura visual da forma). A última habilidade não é ensinada nem apreendida, ela parece simplesmente surgir como resultado da aquisição das outras quatro.

Há a necessidade também de se ter consciência das habilidades básicas adicionais necessárias ao desenho criativo e expressivo: desenho de memória, o desenho a partir da imaginação e naturalmente as técnicas de desenho.

De acordo com Edwards (2005): “... Quase ninguém percebe que muitos adultos desenham como crianças e que muitas crianças desistem de desenhar aos nove ou dez anos de idade. Ao crescerem, essas crianças tornam-se os adultos que dizem que jamais souberam desenhar e que são incapazes de traçar uma linha reta.” Isto porque, é em torno dos dez anos de idade que se completa a Laterização, que é a consolidação de funções específicas num hemisfério ou no outro, que se processa gradualmente durante a infância, paralela à aquisição de aptidões lingüísticas e com o período do conflito infantil (quando o sistema de símbolos parecem se sobrepor às percepções e interferir com desenhos exatos deles).

Aprender a desenhar é algo mais que aprender a habilidade em si mesma, ou apenas representar o que se vê, mas da forma com que se vê e os sentimentos que podem ser expressos. Isto é um ato de liberdade, que é preciso incentivar nas crianças, para que cresçam desenhando, e não percam este incentivo à criatividade. 



Até mais!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Os incríveis peixes de Riusuke Fukahori

Quem nunca teve um peixinho dourado? O primeiro animal de estimação de muitos na infância é a inspiração do japonês Riusuke Fukahori para criar sua arte.

Ao olhar as imagens, pensa-se:
-Oh! Que lindas fotos de peixinhos dourados.

Em sua exposição de estréia em Londres, Fukahori mostra que todos nós estavamos enganados. Intitulada como A Salvação dos Peixinhos Dourados (Goldfish Salvation), a obra e o artista nos surpreendem com a descoberta de que a imagem não é uma fotografia, mas sim uma complexa pintura.


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Com uma mistura de tinta acrílica em diversas camadas, resina e muita paciência, o japa cria figuras tridimensionais que parecem estar saindo do lago do seu restaurante japonês preferido.

Assistam ao vídeo no fim do post e confirmem com seus próprios olhos:


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Assista o vídeo :


Fonte: zupi.com.br

Até mais!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

De ponto em ponto.

O artista e designer Miguel Endara fez um retrato do seu pai usando a técnica de pontilhismo e apenas uma caneta, depois de 210 horas foram aproximadamente 3,2 milhões de pontos.





No site dele você pode dar zoom e ver a imagem bem de perto, além de poder reservar uma cópia se quiser.


Outro mérito além do desenho em si, foi a sacada de ter registrado o processo e feito uma edição do vídeo bem feita, que já alcançou a marca de 5 milhões de views.


Fonte: ideafixa.com

Até mais!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Arte em lápis

A criatividade não tem limites na utilização de materiais para fazer arte. Conheça alguns artistas que fazem diferentes tipos de trabalho usando o mesmo material, o lápis, só que não do modo convencional:

Invertendo a posição de instrumento para tela, o artista australiano, Ghostpatrol raspa um lado do lápis para desenhar sobre ele. Juntando vários lápis, o grupo do que antes era somente uma ferramenta torna-se a tela. 

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Na linha de Ghostpatrol, o lápis sai do papel de “fazer a arte” para “ser a arte”. Assim, o artista David Poppie reúne estes e outros objetos do cotidiano para montar suas peças, sem deixar de lado a mistura de cores.



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Ainda usando o lápis como matéria prima, Kyle Bean utiliza as raspas que iriam do apontador para o lixo para construir retratos bem legais.

Primeiro o inglês desenha o rosto da pessoa, depois aponta o lápis até possuir raspas suficientes e, com uma pinça, vai construindo os retratos. Kyle é conhecido pelos seus projetos bem divertidos nos quais utiliza objetos que encontra por aí, sucatas e artesanato.





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Adaptado de: zupi.com.br


Até mais!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Uma ideia Monstro!

Como seriam os monstros da imaginação de uma criança em versão real? 
A resposta está em “The Monster Engine”.

O artista Dave Devries, desde cedo se apaixonou pelo mundo das HQs. Quando cresceu ele teve a oportunidade de dar vida aos seus super-heróis preferidos, e chegou a trabalhar para a Universal Studios. Mas a mente de um artista realmente criativo está sempre analisando possibilidades, e foram os desenhos de monstros da sua sobrinha que lhe deram esta ideia Monstruosa.



Com 33 anos Dave Devries decidiu dedicar-se a dar vida aos desenhos que as crianças tanto gostam de fazer, com especial atenção para os monstros. O “The Monster Engine” reuniu tantas obras incríveis que resultou num livro de 48 páginas.

Dave Devries (16)


Dave Devries (18)

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Dave Devries (17)

Imagens: Reprodução
Até mais!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Alfabetos divertidos

Unindo dois grandes interesses - cultura pop e tipografia -, o designer Fabian Gonzalez criou os alfabetos abaixo.
Cada letra corresponde ao início do nome de cada personagem. Na certa, o projeto demandou uma boa dose de paciência.

E aí, reconheceram todos eles?


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Adaptado de zupi.com.br 

Até mais!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Dream Big


O designer norte-americano Pete Fecteau parece ser uma pessoa muito, mas muito, paciente. O artista construiu um mosaico com exatamente 4.242 cubos mágicos que retratam por meio de um mosaico a imagem de Martin Luther King.


A construção demorou mais de 40 horas de trabalho. Primeiramente, ele criou o gráfico do desenho no computador e, em seguida, colocou a mão na massa construindo o desenho por meio das cores. A obra foi intitulada como Dream Big e durante a sua exposição, cerca de 30.000 pessoas apreciaram o mural. Agora é a sua vez.


Site do artista: Pete Fecteau

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Fonte: zupi.com.br


Veja aqui outros materiais inusitados que os artistas usam por aí.


Até mais!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Arte em aspirais

Para ser diretor de arte, você não precisa necessariamente saber desenhar com perfeição, mas Chan Hwee Chong, de Singapura, faz questão do ofício. Com traços formando espirais, o artista asiático reproduz famosos quadros de Van Gogh, Vermeer e da Vinci.

As artes são uma ação de comunicação da Faber-Castell junto à agência Ogilvy & Mather para passar os conceitos de precisão e controle das canetas. Segundo Chan, “cada erro significava que tínhamos que começar tudo novamente. Esse projeto não envolveu apenas habilidade, mas também muita resiliência e paciência, como uma aranha enrolando sua teia.”



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Assista o artista em prática:



Fonte: Zupi 

Atá mais!


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Projeto Nosotros


Para mostrar que a cultura latino-americana é mais que o folclore exportado mundo afora, Victor Marcello, ilustrador e animador, e Priscila Midori, publicitária, criaram o Projeto Nosotros e vão percorrer toda a América Latina em busca de artistas contemporâneos.

O projeto vai reunir depoimentos de profissionais de diversas áreas, que vão apresentar seus processos criativos. 


Com vídeos, desenhos, fotos digitais e as analógicas Lomo, eles publicam as etapas do projeto.

Através do site, Vimeo, Facebook, Twitter, Foursquare e Google Maps, é possível acompanhar cada passo e viajar junto com eles, do Uruguai ao México.


Site: www.projetonosotros.com
Facebook: www.facebook.com/projetonosotros
Twitter: @projetonosotros
Foursquare: www.foursquare.com/projetonosotros
Google Maps: http://tinyurl.com/43rbme2






Fonte: Revista Ilustrar nº24
Imagens: Reprodução

Até mais!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Explorando materiais


A CRIATIVIDADE DOS ARTISTAS

A criatividade das pessoas é realmente impressionante, é algo que não tem receita, códigos ou fórmulas. O artista é aquele que cria, pensando naquilo que ninguém esperava. Separamos algumas imagens que se destacam pela sua originalidade e claro, criatividade. Materiais que possuem somente uma finalidade aos olhos da maioria, mas podem ser usados para expressar arte e inspirar outras pessoas. Confira!
Cubos de Rubik
Criada pelo Cube Works Studio, essa é uma colaboração de arquitetos gráficos que usam o Cubo de Rubik para fazer retratos incríveis. Essa em especial de arte pop! Legal, não?

Parafusos
Andrew Myers é um dos mais pacientes escultores nos dias de hoje. É praticamente um multi-artista com um processo minimalista. Esta escultura começa com um painel de compensado de madeira como base, coloca páginas de um livro de telefone em cima e faz uma média de 8.000 a 10.000 buracos, com a mão. De brocas e parafusos nasce um rosto.

Giz de cera
A artista Christian Faur cria retratos em 3D feitos inteiramente de giz de cera! Devido à natureza tridimensional do lápis, as imagens da superfície individual parecem mudar de forma como se move sobre o espaço da galeria. As imagens desaparecem completamente quando vistas de perto, permitindo que se possa ler o objeto na horizontal. Hipnotizante e bonito.

Disquetes
Nick Gentry sabe como ser inusitado! Gentry pinta seus retratos não em uma tela tradicional, mas sim em disquetes antigos. Sua arte mergulha entre o impacto da internet e a cultura.

Copos de café
Que tal uma Mona Lisa composta por 3.604 xícaras de café? Incrível, não? Pois é, Elaine Kelly e mais 7 pessoas preencheram cada copo com diferentes quantidades de leite e café preto. E construíram uma imagem de aproximadamente 20 metros de altura e 13 metros de largura. Foram três horas para ser concluída!
A Mona Lisa já foi reproduzida tantas vezes e em tantos meios diferentes, mas sabemos que com copos de café, não né? (Foto de Gilles Gravier.)

Sacos de velocidade
Em homenagem a um dos maiores pugilistas de todos os tempos, Muhammad Ali. Esta arte é composta de 1.300 sacos de boxe de velocidade, a instalação fica 22 pés de altura e é sustentada por cinco milhas do cabo de aço inoxidável e 2 quilômetros de tubos de alumínio. O internacionalmente aclamado artista e escultor Michael Kalish é o homem por trás dessa idéia.

Mapas, Atlas e Encilopédias
O Artista Matthew Cusick não usa lápis ou tinta em sua arte, mas sim pedaços de mapas, atlas, enciclopédias e livros escolares, para criar colagens que parecem desenhos ou pinturas.

Calendários, postais, fotografias, velhos cartões…
Mosaicos são impressionantes! Esse criado pelo artista Sandhi Schimmel Gold. Schimmel é feito por todo tipo de papel que ele puder encontrar (calendários, postais, fotografias, velhos cartões, etc) e depois monta suas peças para criar um retrato.

Fita de filmes
A artista Erika Iris Simmons trás os ícones do cinema de volta à vida! Marilyn Monroe, Audrey Hepburn e Fred Astaire estão surpreendentemente re-criadas com apenas um velho rolo de filme, reciclado e fita.

Lista telefônica 
Pegue uma agenda telefônica e um pouco de tinta, agora crie uma imagem, fácil não? Não exatamente. O detalhismo de Alex Queral em suas esculturas em relevo dimensional não é tão fácil de criar, mas o resultado é impressionante!

CD`s
A agência de publicidade TBWA de Milão, Itália não ficou de fora de nossa seleção. Com uma ideia brilhante para a inauguração do Primeiro Andar Under, uma revista de cultura pop de vanguarda, eles produziram cartazes de vários artistas usando CDs!

Livros
Para promover a Semana anual do Livro na Holanda, a agência de publicidade Van criou uma campanha destacando artisticamente a autobiografia. O projeto foi conceituado por Markus Ravenhorst e Reynen Maarten.

Dados
Para se despedir de um amigo que partiu dessas para melhor, Frederick McSwain decidiu fazer uma homenagem, usou 13.138 dados para criar um retrato imenso do amigo. O retrato recebeu o nome de “Die”.

Fios
Daniel Kornrumpf é capaz de imitar pinceladas de tinta excepcionalmente bem. Suas peças são tão realistas que podem passar quase como pinturas, mas na verdade são bordados!

Ovos de madeira
Mas Oksana é um artista muito habilidoso, ele cria belos retratos usando apenas ovos pintados à mão em madeira para montar mosaicos incríveis. Recentemente, criou vários mosaicos como o ovo da Páscoa para a Bienal de Veneza, onde os ovos de madeira estavam cobertos de desenhos tradicionais da Ucrânia para celebrar a Páscoa.

Círculos
Apesar de Ben Heine é bem conhecido por sua série Camera Lápis muito inteligente Vs, muitos podem não saber sobre seu set Circlism Digital. Heine criou uma nova técnica digital em que os círculos são seletivamente colocada sobre um fundo preto. Usando uma escova redonda afiada no Photoshop CS4, ele faz esses círculos de diferentes tamanhos e cores, até que num passe de mágica forma um rosto familiar.

Palhetas
Este mosaico do Jimi Hendrix foi feito com mais de 5000 palhetas pelo artista Ed Chapman. O retrato foi leiloado por 37.200 dólares no Abbey Road Studios em Londres, como parte do Cancer Research & fundraiser Vision.




Fonte/Imagens: misturaurbana.com


Até mais!